Por Que os Bancos Apostam Na Alta Do Dólar

Explico por que os grandes bancos estão apostando na alta do dólar.

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Sobre o vídeo:
E eu muito gostaria que existisse um modelo fundamentalista ai pra precificar o valor exato de uma moeda, mas claro que isso não existe. O que existe são referências.
Por exemplo comparar o que consegue comprar com reais aqui no Brasil em relação ao que dá pra comprar com esse mesmo dinheiro lá fora.
Índice BigMac! Já ouviu falar dele?
Todo mundo sabe que o BigMac é um lanche exatamente igual em qualquer lugar do mundo. Aliás que o McDonnalds é o símbolo máximo da padronização gastronômica.
Então em 1986 a revista americana The Economist teve a brilhante ideia de comparar o poder de compra de cada moeda em relação ao BigMac.
Se o produto é exatamente igual, então em teoria ele deveria custar a mesma coisa, caso contrário isso poderia ser utilizado como indicador de que uma moeda estaria mais cara ou mais barata do que deveria ser.
E só pra esclarecer, isso nunca foi pensado como uma forma precisa de analisar o câmbio. Naquela época isso foi criado apenas pra facilitar o entendimento das pessoas sobre teoria monetária.
Mas desde então esse índice se tornou assunto de centenas de textos econômicos e dezenas de estudos academicos.
Porque por mais despretensioso que isso seja, a verdade é que dentro do custo desse lanche estão embutidos todos os custos de toda a cadeia produtiva de uma empresa.
Desde o mero custo dos insumos, a carne, o pão e a inflação até o salário dos funcionários, custos de transporte, aluguel e impostos do país, tudo isso está representado dentro desse lanche e não é à toa que esse índice permanece ativo mesmo depois de quase 40 anos.
Então, vamos dar uma olhada.

Aqui está o índice da The Economist, vou deixar um link na descrição pra quem quiser ver depois e aqui está dizendo: O brazilian real está 22% desvalorizado em relação ao dolar.
Aqui estamos nós, estes são os outros países e aqui embaixo tem um histórico da variação ao longo do tempo.
E dá pra ver que, no caso do Brasil, esse índice não tem sido ruim em prever o câmbio.
Aqui por volta de 2004, ele dizia que o dolar estava caro e de fato o real subiu de valor.
Em 2012, vocês devem se lembrar que era uma festa. Todo mundo estava viajando pro exterior, sinto saudades daqueles preços.
E o índice BigMac falava que naquela época o Real estava muito valorizado e ele acertou de novo, com a moeda caindo na sequência.
E hoje ele diz que nossa mode deveria valer 22% a mais, ou seja, o dolar deveria custar R$ 4,05 e não os 5,25 de hoje.
Diante disso será que basta então a gente ficar em reais e esperar ai um ganho de 22% em breve?
Bom, não necessariamente.

Comparar o preço do mesmo produto em diferentes moedas é o que a gente chama de Paridade de Poder de Compra.
E embora pareça lógico que o câmbio tenda a igualar o poder de compra entre as moedas, as evidências mostram que isso não é tudo e nem precisa sair do Brasil pra ver um exemplo disso.
Basta ir no mercado na região da Faria Lima, um dos lugares mais caros de São Paulo, e comparar com os preços com um mercado no centro da cidade.
É a mesma moeda, a mesma cidade e ainda assim os preços variam muito.
No final do dia, a paridade do poder de compra é só um dos fatores que influencia o câmbio. Outros dois grandes fatores são a taxa de juros e a famosa inflação.

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